Sobre sonhos realistas #5 – Pesadelo!

Boa noite lindezassssssssssssssssssssss
Uma semana depois, cá estou eu. Queria ter comparecido mais dias, porém vou melhorando isso pouco a pouco.
Até fiz um cronograma de assuntos pra tratar em cada dia da semana… só falta me atentar a esse cronograma hahaha.
Então venho com mais uma edição do # Sobre sonhos realistas.
Terror edition, mwahahahaha.
Na noite do dia 24 para o dia 25, assisti um pouco de Gravity Falls e fui dormir normalmente como em todas as outras noites aqui no apartamento 18.
Eis que estou em uma espécie de venda de garagem, onde uma tia minha está vendendo vários livros… Minha mãe queria um livro, então fui ajudá-la a escolher.
Essa minha tia, ficou muito brava, e fugiu (oi?) deixando a banca de livros sozinha… então chegou um mendigo, me dizendo que não lia nenhum livro a mais de 10 anos ( Socorro!) ele também queria que eu o ajudasse a escolher um livro, pra tirar ele daquela situação.
Olhei alguns livros, então minha mãe e o mendigo desapareceram… eu continuei na busca por livros pra comprar, nem percebi que estava sozinha. Nessa banca, escolhi diversos livros com as mais variadas capas antigas… lembro-me que um deles tratava sobre a história de Elizabeth Bathory .
Quando eu acabei de escolher os livros, o cenário mudou e eu me vi em uma mesa escrevendo cartas loucamente com uma dessas canetas tinteiro antigas, e eram cartas bem perturbadoras envolvendo os livros que eu escolhi…
O cenário muda novamente, e estou em uma festa de aniversário no campo, meu aniversário no caso… Meu pai e minha mãe estavam nessa festa, porém, fisicamente eles eram outras pessoas ( Mas eu sabia que eram meus pais).
Minha mãe estava muito brava, conversando com o meu pai sobre as cartas, dizendo que eu estava enlouquecendo e que ele precisava fazer algo pra me parar, então fomos até uma casinha de madeira onde eu comecei a ler as cartas para o meu pai.
No meio da leitura, as pessoas começaram a gritar fora da casinha, e todo mundo correu para ver o que tinha acontecido. Aparentemente foi algum acidente, masss, eu não consegui ver e logo estava de volta a casinha com o meu pai e a minha mãe.
Nesse segundo momento, a casinha estava muito velha, diferente da primeira vez, e o quarto onde fomos pra conversar estava muito escuro, o que me deixou com muito medo.
Comecei a chamar a minha mãe e ela respondia palavras curtas, e eu fui sentindo que não era ela que estava comigo.
Chamei mais uma vez e pedi pra ela dizer que me amava, ela não disse e nesse momento eu tive a certeza que o que estava comigo naquele quarto não era a minha mãe.
Me apavorei e comecei a procurar o interruptor para acender a luz, o caminho era longo e várias mãos brancas começaram a me segurar…


Nesse momento acordei gritando, ainda no clima do sonho em um quarto completamente escuro.

Troquei de lugar com o Felipe na cama, para poder ficar no cantinho da parede, e decidi não dormir mais até o despertador tocar, pra não correr o risco de voltar pro sonho…
Depois disso expliquei pro Felipe, quando a gente tem sonhos muito intensos, o véu que separa o mundo real do mundo dos sonhos fica muito fino, e por alguns instantes a gente está acordado, mas ainda não saiu do sonho… complicado né?
Senti que esse sonho foi um sinal claro para que eu volte com o meu hábito de leitora assídua ( hábito esse que está bem mortinho a alguns meses…).
De manhã antes de sair pra trabalhar, peguei meu exemplar de Frankenstein de Mary Shelley e coloquei na bolsa. Melhor garantir né?

vinheta

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 ♥  Muitos beijos!

 

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